Nada tenho...
Nem o chao que piso, nem o astro e a lua que amo.
Nem em ti que penso... nem o corpo que dispo.
Sou... O po infimo. Desfalecendo quedo mudo. Deixando a essencia na escrita feita sentida, do tudo e do nada construido em sentimentos.Desferidos amados que em mim desfilaram no vacuo assombrado da Humanidade.
Com a voz sombria fria. Vaga esmagada da tristeza e da alegria. Assim assino. A cinza desta identidade.